Para caminhos, Que anulam passos. Para mágoas doloridas. Que fere e que incita. Para os injustos, Que ceifa a esperança. Para egos que se alimentam, De dores alheias. Para mentira,e seus acessórios. A verdade é que hoje, A prioridade foi para aqueles, Que fizeram aliança Com a lealdade e fidelidade De caráter.
ManyPallo
Desculpam Se não pude chegar Mais cedo. É que estava, Num momento tão meu..
Seduz-me. Que te entrego Em versos Meu corpo,sem medo. O arrepio da minha pele. A fragilidade Das minhas texturaS. O sabor palpavel Das minhas loucuras.
ManyPallo
Dos meus silêncios, trasformo Minhas loucuras Mais mansa.
A minha dose de loucura, Tem lógica. Mas tem feito suas Próprias regras. Mutila minha razão. Povoa meus sentimentos. Cavalga incansável, No meu coração. Rodopia no meu corpo. Altera em cores e sabores. Minha dose de loucura, Chama-se paixão
Tenho respirado Coisas incompletas No seu vazio, Das minhas manhãs. Tenho respirado Coisas incompletas. Como se meu ar, Arrebentasse minhas direções. Tenho respirado Coisas incompletas Nessa falta de você.
Nem que supliques, Eu volto. Cansei de contar noites. Nas horas infinitas. De vã esperanças. Nem que me supliques. Que implore. Eu volto pr ti. Dessa saudade imensa, Que sentes agora. Eu também já senti.. Nem que supliques Juro que nunca mais. Eu volto.. Cansei dessa paixão insana. Do seu desvario.
A luz Disseca-me A sede A fome De ti E assim Sou mar batendo Nos corais do seu corpo Dragão fogoso. A pele viva no teu seio Volúpia dos meus desejos. No tempo , que masturba em mim.
Pela impossibilidade, Da sua presença. Acordo todos os dias, Com um mundo diferente. Assaltada por imagens. De momentos que não foi. Agarro na poesia. Me resumo em linhas.. Triste maneira de ter você.
Tentei Escrever um poema. No avesso do seu corpo. Mas tinha um cheiro, Tão gostoso De entardecer. Tantas verdades, Santas e nuas. Que preferi me fazer Sua. No avesso de você.
ManyPallo
sábado, 12 de novembro de 2011
Sem os lábios seus Arde um desejo seco Nos lábios meus.
Como resistir Essa insana tentação, Do seu corpo. Em minha mente. A sua voz,impregnando Meus sentidos. Esse paladar embriagante Dos seus labios. Como encontrar forças Nas minhas fraquezas. Deixar de sonhar você. Minhas fantasias.. Como não te amar? Ah! prefiro assim... Amar-te assim. Do que viver Na vã melancolia.
Vem cá vida minha. Deixa a chuva molhar, Essa sede dos nossos corpos. Esta magia contida, No silêncio da calçada. Beija-me..perturba-me. Envolva meu coração. Faz-me tua! O amor chama a lua. E a rua..palco da nossa paixão
Chama por mim. Tira-me desses versos, Tristes cheios de muralhas. Que ofusca minha voz. Desabotoa essa distância perdida. Coloca-me na palma dos seus olhos. E na seresta da sua retina, Quero planar no gel verde Do seu olhar. Chama por mim!
Quisera um dia dizer -te Que te percebo. Na cama onde não dormimos. No silêncio, das palavras loucas, Que não dizemos. Nas manhãs frias. Nas tardes se sol escaldante. No seu olhar distante. Quisera dizer-te Que sua ausência insiste Em não deixar de perceber-te.
Dei-me inteira. Saciei sua fome, Da minha adocicada Pele branca. Misturei meu sangue grosso, Ao teu salgado. Mas nada é pra sempre. E agora .... Das sobras de mim. O que faço?