Tenho cicatrizes no meu peito. Feridas abertas na alma. Precocemente detectadas. Quando nada mais doer Vou sugar o orvalho das flores E regar o que sobrou. De árido dentro de mim Onde o silêncio de tudo é dono
Hoje essa antiga verdade. Está no limiar do meu ser. Um confuso viver.. Num vôo lento Perco-me toda..Sou um desatino. Vendaval redemoinho, Um deserto vago. Hoje essa verdade. Cheia de saudade. Não permite,esquecê-lo.