Perdida estou Nos abrigos da minha embriagues. Làgrimas dos meus olhos, Rolam vivas. Não tem como segurar, Em verdades amordaçadas. Faz frio... Sinto medo. Deliro na solidão. Rasgo o peito, E grito por VOCÊ.
ManyPallo
chega! De pendurar saudades. Quero meu sorriso Na mais espontânia superioridade.
Ser ou não poeta, Pra mim tanto faz. Só não sou caixa fechada, Guardando pensamentos. Abro todas janelas, E arejo meus sentimentos. Ser ou não poeta .....Pra mim tanto faz. Não me faço ler,com arma Em punho. Dispo de armaduras, E com o coração escrevo. Ser ou não ser poeta.... Pra mim tanto faz. Na minha pequinesa, Sou gigante,no que sinto. Ser ou não ser poeta Pra mim tanto faz ..
VOLTA! Essa saudade sua, Me cobre à face,no sombrio, Espelho,onde dormem Meus sonhos. Volta! O relogio bate indiferente As horas. O tempo é neuto e escorre. E o amor que sinto por você, Comigo também morre. Volta!
Não sei frear sentimentos. Se me calo, Eles me devoram. Como se meu sentir, Fosse passagem ilusória, Do meu pensar. Não! Sou autêntica demais. Frear sentimentos? Jamais.