O meu despertar, Tem seus olhos. Cheiro da mata. De campos azuis. Esperança no rosto. Lençóis jogados. De peles suadas. O meu despertar, Tem gosto dos nossos sonhos. Convite delicioso pra vadiar.
ManyPallo
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Sempre que triste estou, Sento no canto dos meus olhos. Deixo as lágrimas escorrerem Em forma de canção na face.
ManyPallo
Senhor ensina-me, A ter fé. Temo que minha justiça, Seja maior, Que minha misericórdia.
Espera -me, No fim da noite. Acenda a lareira prepara o vinho. Abra as janelas,areja o coração. Uma flor na mesa com laço, Escarlate nas pontas. Escreva um verso. Adoça a lua. Molha os lábios de orvalho. Recobre o olhar da nossa nudez. Ao sabor do vento, Vou chegar brisa mansa.. Cheirando mar.... Pontilhando nossas bocas De estrelas.
ManyPallo
sábado, 22 de outubro de 2011
Desenfreada audácia, Essa minha. De ser feliz sempre!
ManyPallo
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
INCERTEZAS.
Para onde me leva. Essa noite interminável. Quebrando meus sonhos. Destruindo meus anseios. Na pálida e fria madrugada. De onde vem essas sedas, Que cobre meu corpo,me enlaça. Mas só as paredes me abraçam Para onde me leva..essa saudade!
Se estivermos pertos. Mesmo distante. Vamos ser felizes.. Juntando a minha e a tua alma. O meu e o teu pensamento. Num abraço,no espaço Que vagueia o nosso eu.
Tenho cicatrizes no meu peito. Feridas abertas na alma. Precocemente detectadas. Quando nada mais doer Vou sugar o orvalho das flores E regar o que sobrou. De árido dentro de mim Onde o silêncio de tudo é dono
Hoje essa antiga verdade. Está no limiar do meu ser. Um confuso viver.. Num vôo lento Perco-me toda..Sou um desatino. Vendaval redemoinho, Um deserto vago. Hoje essa verdade. Cheia de saudade. Não permite,esquecê-lo.
Temo perder as palavras Quando o ontem, Invade meu hoje. E a serenidade que sinto agora Se contamine, Com os silêncios asfixiado, Que na pele o ontem, Meu corpo viveu.
Me fiz flor, No seu sorriso menino. Cursei caminhos, Onde os insensiveis Não caminham. Fui franca na minha Paixão . No sonoro dos meus silencios, Entreguei-te minha canção Mais sublime. Entre encantos do luar.
ManyPallo
Na rua vazia. De um coração, Tambèm vazio. Vadia uma solidão.
Há uma louca, Aqui dentro de mim. Ri dos meus sentimentos. Desfia meus segredos ao vento. Inventa amores. Essa louca é ousada,persistente Mas tão criança.! Que se refreio,sinto-me frustrada Essa louca é a mais pura essência Da mulher que mora em mim
De suave branco risonho Queimando seus delírios. Beijando do –me. Chegue como lírio. Orvalho de flor. Chegue com seus delitos. De olhar marcado Mas chegue.. É abraça-me!
ManyPallo
Suas mãos, Podem reconhecer Meu corpo Jamais minha alma.