Como negar esse amor. Se meu corpo e alma, É purpuro fogo Que você encendiou. Como deixar de pensar-te. Se essa ausência, é a presença, Mais inquientante Sua em mim!
Vesti-me de lua E te abracei Na sonolência do seu corpo. Com a leveza das minhas mãos. "È primavera amor Disperta! A vida floriu... Vem viver novamente Em mim!!
Chegou cheio de vida. Trazendo sua essência De quimeras castas. Pedrinhas de delirio, Dos seus olhos escorriam. A lua em suas mãos Pairava suave. Te confessei encantos Mas partiu..tão frio! Sem nunca ter sabido, O gosto da minha alma. Quebrando meus olhos Em uma só lágrima.
ManyPallo
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Garçon! Por favor. Uma dose bem incorpada De amor.
Ele chegou Feito chuva mansa Mergulhado em sonhos de estrelas E ondas mar Cheirando frângrancia Da morena terra. Eu encantada e presa Nessa muralha de beleza Exilei em seus braços
Sinto um vulto de mistério. Um deserto entreaberto, Nos meus pensamentos, Longe de você. Tento amordaçar minha saudade. Mas fico tão infefesa, Sem poder Gritar seu nome.
ManyPallo
domingo, 11 de setembro de 2011
Foi no seu colo, Que hoje acordei. Na sua boca, Disse bom dia
Aquela menina, Guardava nos olhos O brilho das matas. Nos lábios, um sorriso De cravo bordado ao sol. No peito..um leito agreste. Onde o tempo corria Sem pressa. Depositando seus sonhos.
Não quero reconstruir textos. Colocar tudo no contexto. Gosto dos sonetos tortos. Dos poemas incompletos Cheio de fragmentos. De amores mistériosos. Daqueles que arde a pele Hipnotiza a alma. Não..não quero Reconstruir textos. Gosto mesmo do avesso. De um bom contexto.