Não ousaria confessar
Que sou aquela,
Que te ama.
Que na solidão,
Da minha cama.
Busco, suas carícias ousadas.
O veneno doce.
Da sua boca.
Suas mãos selvagens.
Não..não vou confessar
O que seu corpo
Já sabe.
ManyPallo
Seus versos
Meu universo
Sua alegria
Meu previlégio
De sorrir
Quando puder vir
Chega de mansinho.
De alma pura.
Com o peito pingando lua.
Com os laços,
Dos suas mares..
Se puder vir
Chega de mansinho.
Durma do meu lado.
Ilumina-me.
Com o seu chegar.
Em você que penso.
Quando a sombra da noite
Invade meu quarto,
Trazendo interrogações.
E minha voz se precipita
Em ecos vazios.
É em você que penso.
Quando o sol da manhã,
Com suas delicadezas
Beija meu corpo.
Na minha nudez vazia.
Mesmo que viva Mais vidas. Mesmo que tenha, Que revestir minhas ânsias. Por longa espera Para te ter. Mesmo assim.. Acredito que você Não chegaria a tempo.
Vem me buscar hoje! Chega de interrogações Vem..antes que o vinho acabe. O sono profundo chega E no amanhecer,só restar Uma làgrima de saudade. Vem..buscar-me hoje! Sinto medo. Medo de perder-te.
De onde vinha aquela voz Olho e não enxergo? Mas o som esparrama Entregando-se ao sol, Sem que eu veja. De onde vinha aquele cheiro. Abrindo espaços entre, Minha veias. E uma alegria, Na superficie da pele. De onde vinha aquele olhar. Respirando,espreitando, Meu intimo em prazeres? Que mistério é esse! Que vai me levando....